Gene Key 28: O jogador
A Chave Gene 28 fica no limiar entre o Plexo Solar e a raiz do corpo, carregando o hexagrama 28 do I Ching, Preponderância do Grande. É chamado de The Game Player porque descreve a maneira como a alma se envolve com a própria vida: não como um problema a ser resolvido, mas como um jogo vasto e vivo a ser jogado. A evolução desta chave passa da desolação da renúncia, passando pela aceitação do todo, até a pura reverência do sagrado. Está associado ao 28º códon do código genético.
A Sombra: Indiferença
A sombra do Gene Key 28 é a Indiferença, às vezes experimentada como apatia ou resignação. É a voz profunda e calma que sussurra: Qual é o objetivo? É o momento em que o jogador fica muito cansado, muito ferido ou muito desiludido para continuar jogando. A vida é vista como uma série de repetições sem sentido, uma roda que gira sem razão. A indiferença não é raiva ou tristeza; é um esvaziamento, uma perda de calor, uma recusa em se comprometer com o próximo passo. Nas suas frequências mais baixas, aparece como cinismo, distanciamento emocional, crueldade ou simplesmente um abandono total da vida. É o jogador que sai do tabuleiro porque o jogo parece fraudado, sem sentido ou já perdido.
O Presente: Totalidade
Quando a indiferença é enfrentada e mantida no fogo da consciência, ela dá lugar à dádiva da Totalidade. Aqui o jogador deixa de dividir a vida em sagrada e profana, importante e trivial, digna e inútil. Totalidade é o compromisso alquímico com tudo que surge. É a vontade de jogar cada jogada, mesmo as difíceis, porque o jogo não é mais ganhar ou perder. A pessoa que incorpora este dom torna-se uma espécie de jogador universal, alguém que pode enfrentar qualquer circunstância com plena presença, porque percebeu que todo o campo da vida é o jogo do divino. Eles não precisam mais que as coisas sejam de uma determinada maneira. Eles simplesmente se envolvem totalmente e o jogo se torna luminoso por si só.
O Siddhi: Santidade
A frequência mais alta da Chave Genética 28 é o Siddhi da Santidade. Neste estado, o jogador vê através do véu da separação e reconhece que cada partícula da existência é sagrada. A santidade não é um afastamento piedoso do mundo; é a descoberta radical de que o mundo nunca foi profano. Não há mais jogo a ser jogado, porque a vida se revela como um jogo único e vivo.


