O Design Humano e o sistema de chakras são duas linguagens muito diferentes que descrevem o mesmo território: a energia que se move através do corpo humano. Design Humano é mecha
Integrando Centros de Design Humano com Práticas de Cura de Chakra
Um encontro de dois mapas
O Design Humano e o sistema de chakras são duas linguagens muito diferentes que descrevem o mesmo território: a energia que se move através do corpo humano. O Design Humano é mecânico, específico e vinculado ao momento do nascimento. O sistema de chakras é antigo, simbólico e está ligado ao fluxo de energia sutil ao longo da coluna e além dela. Quando você coloca os dois lado a lado, o mapeamento não é perfeito, mas é notavelmente ressonante. E os locais onde os dois sistemas discordam são onde residem os insights mais úteis.
Os centros encontram os chakras
Nove centros em Design Humano, sete chakras principais e alguns valores discrepantes energéticos. Aqui está como a correspondência tende a chegar:
- Centro Raiz mapeia para o Chacra Raiz (Muladhara) — sobrevivência, ancoragem, a pressão para agir e estar aqui no corpo.
- Centro Sacral mapeia para o Chakra Sacral (Svadhisthana) — força vital, sexualidade, energia geradora, capacidade de responder e trabalhar.
- Centro do Plexo Solar mapeia para o Chacra do Plexo Solar (Manipura) — ondas emocionais, o fogo na barriga, poder pessoal através do sentimento.
- Centro do Baço não tem equivalente direto de chakra, embora ecoe aspectos do dantian inferior e do conhecimento instintivo e primordial do corpo.
- Centro G fica próximo ao Chacra Cardíaco (Anahata), mas funciona mais como identidade e direção do que como amor. É o ponto imóvel, o “eu sou”.
- Centro do Coração/Vontade é chamado de "Coração" no Design Humano, mas é na verdade o aspecto inferior do Plexo Solar - ego, força de vontade, a promessa de recompensa material. Este é um dos esclarecimentos mais importantes que a integração oferece.
- Centro da Garganta mapeia claramente para o Chakra da Garganta (Vishuddha) - comunicação, expressão, o ponto de manifestação.
- Centro Ajna mapeia para o Terceiro Olho (Ajna) — conceituação, processamento mental, consciência.
- Head Center não mapeia para a Coroa. Está mais próximo do campo mental superior, um lugar de inspiração e pressão, em vez de pura unidade cósmica. O Chakra Coronário (Sahasrara) fica acima do Centro da Cabeça e recebe o que a Cabeça inspira.
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Calcular mapaAs surpresas de nomenclatura
A maioria das pessoas presume que o “Centro do Coração” do Design Humano é o chacra cardíaco. Não é. O Centro do Coração no Design Humano é um motor de força de vontade e de ego – trata-se da promessa que você faz, do valor que você agrega e das coisas materiais que o alimentam. O sistema de chakras, por outro lado, coloca amor e compaixão no coração. O HD G Center é mais parecido com a função do "amor" na vida cotidiana: o senso de identidade, a direção, a atração magnética da identidade.
O Head Center é a segunda surpresa. As pessoas procuram a Coroa e encontram um ponto de pressão. O Centro Central faz perguntas; não contém iluminação. A inspiração chega, mas a Coroa fica acima dela, recebendo apenas o que o sistema pode processar.
O Baço é a terceira surpresa. Não tem casa de chakra limpa. É o sistema imunológico intuitivo do corpo, a mais antiga inteligência de sobrevivência. Na prática dos chakras, essa energia costuma ser incorporada à Raiz ou tratada como parte do campo inferior. No Design Humano, o Baço é independente e reconhece que isso é importante para a forma como é trabalhado.
O que os centros abertos e definidos revelam sobre o fluxo dos chakras
Centros definidos no Design Humano carregam uma energia consistente e confiável. Do ponto de vista dos chakras, eles são como chakras que estão sempre “ligados” – eles têm uma qualidade fixa e incorporada. Os centros abertos ou indefinidos, por outro lado, não estão vazios. Eles são amplificadores. Eles absorvem a energia do ambiente e das pessoas ao seu redor e a refletem de volta, muitas vezes de forma mais brilhante do que quando chegou.
Isso reformula a velha ideia de chakras “bloqueados”. No Human Design, abertura não é bloqueio – é permeabilidade. Uma pessoa com o Plexo Solar aberto não está emocionalmente abalada; eles são emocionalmente porosos. Eles experimentam as emoções da sala. A mudança de “curar este chakra” para “aprender como este centro aberto funciona para você” é uma das contribuições mais úteis que os dois sistemas fazem juntos.
O que mudou quando os dois sistemas se encontraram
A primeira mudança foi a precisão. O sistema de chakras descreve a energia em temas amplos. O Design Humano descreve-o em padrões fixos e variáveis. Quando os dois são combinados, o trabalho geral dos chakras ganha um mapa pessoal: a Raiz dessa pessoa é definida, portanto a energia Raiz não precisa ser construída — ela precisa ser honrada. O Baço dessa pessoa está aberto, então o golpe instintivo será inconsistente, e aprender a esperar pela clareza é a prática.
A segunda mudança foi suavizante. Os chakras começaram a ser discutidos de maneiras que pareciam corretivas – feche isso, abra aquilo, conserte a outra coisa. O Human Design reformula tudo em torno de estratégia e autoridade. A integração suavizou a linguagem da cura para a linguagem da consciência. Você não precisa consertar um centro. Você precisa saber se está definido ou aberto e viver de acordo.
A terceira mudança foi uma imagem mais honesta do coração. Ao separar o Centro G do Centro da Vontade, a integração libertou o amor da força de vontade e devolveu o coração à identidade, à direção e ao auto-reconhecimento.
Colocando a integração em prática
Ao trabalhar com ambos os sistemas, comece pelo corpo. Observe onde fica a pressão, onde o calor se acumula, onde a respiração fica presa. Essa é a raiz, o plexo solar, a garganta. Então observe o gráfico. Observe quais centros estão coloridos e quais são brancos. Os coloridos são confiáveis; os brancos estão aprendendo arestas.
Práticas de chakra como respiração, som, mudra e meditação ainda se aplicam. Eles simplesmente pousam de uma forma mais pessoal quando o Human Design mostra a fiação. A integração não consiste em escolher um sistema. Trata-se de permitir que o mapa mais antigo descreva o campo e o mapa mais recente descreva a pessoa que está nele.


