A Esfinge representa um enigma para todos os viajantes que chegam ao seu portão. Não é um sinal de trânsito, mas um teste de auto-reconhecimento. No bodygraph, a Esfinge é codificada inteiramente
Cruz do Ângulo Esquerdo da Esfinge – Portão 7
O Tema da Esfinge
A Esfinge representa um enigma para todos os viajantes que chegam ao seu portão. Não é um sinal de trânsito, mas um teste de auto-reconhecimento. No bodygraph, a Esfinge é codificada inteiramente dentro do Centro G, o que significa que seu trabalho nunca é abstrato ou externo. O enigma que a Esfinge carrega é o mais antigo: quem é você e que direção você deve tomar? Cada portão nesta cruz – 7, 13, 2 e 1 – é uma faceta da mesma joia: identidade, amor, direção e expressão criativa. À pessoa que carrega esta cruz não é pedido que desempenhe um papel, mas que incorpore o papel que emerge da sua natureza. A Esfinge não dá respostas; ensina aos outros como encontrar os seus.
O Ângulo Esquerdo: Karma Transpessoal
O Ângulo Esquerdo é o domínio do carma trabalhado através do relacionamento. Enquanto o Ângulo Reto da Esfinge atua como um questionador solitário e autodirigido da vida, a versão da cruz do Ângulo Esquerdo entra no mundo através de outros. Todo encontro significativo se torna um espelho. Outras pessoas não são o destino do propósito desta encarnação; eles são o currículo. O karma é transpessoal, o que significa que não se trata de preferência ou conforto pessoal, mas da evolução da alma através do atrito, do reconhecimento e do aprendizado que somente a interação humana pode proporcionar. Há uma qualidade gravitacional aqui. As pessoas chegam, muitas vezes de forma inesperada, e o portador desta cruz é posicionado como aquele que pode lhes revelar o enigma.
O Sol Consciente no Portão 7: O Papel do Eu
O Sol consciente ancora o propósito de vida no Portão 7, chamado O Papel do Eu ou Liderança. Este é o portão do Eu Sou no Centro G – a consciência que surge de ser você mesmo sem remorso. O portão 7 confere autoridade direcional. Não é a autoridade da força ou da hierarquia, mas a autoridade de um eu que parou de fingir. Quando o Sol consciente repousa no Portão 7, o indivíduo irradia uma certeza tranquila: isto é quem eu sou, e esta é a direção. Outros podem sentir isso. Eles se orientam em torno disso. Essa é a liderança que este portão nomeia – o tipo que precede qualquer título.
A colocação consciente do Portão 7 significa que a pessoa está consciente desta qualidade, mas a consciência por si só não completa o enigma. A Esfinge exige que o líder continue sendo um questionador. O Portão 7 lidera não respondendo, mas dando aos outros o espaço para descobrirem as suas próprias respostas. A personalidade sabe que tem um papel, mas também sabe que esse papel não é o fim. O fim é o eu ao qual o papel serve.
Liderança como um presente cármico
Como o ângulo é Esquerdo, essa liderança se desenvolve por meio do relacionamento. As pessoas aparecem nesta vida carregando pedaços do enigma que ainda não resolveram. O portador do Portão 7 na cruz da Esfinge segura o recipiente. O reconhecimento consciente do próprio papel é o que torna o dom confiável. Alguém que não conheceu sua própria natureza não pode resolver o enigma para outra pessoa. Aqui, a personalidade está consciente da sua qualidade de liderança precisamente para poder aplicá-la aos outros com humildade e não com hierarquia.
A missão da Esfinge é cumprida cada vez que uma pessoa que conheceu o portador desta cruz sai com uma noção mais clara do seu próprio papel. Liderança aqui não é uma posição. É uma transmissão – uma transmissão que o Sol consciente no Portão 7 nasceu para carregar.


