A Cruz do Ângulo Reto do Espírito 2 pertence à família das Cruzes da Encarnação do Ângulo Reto - a família orientada para o destino pessoal. Onde a justaposição
Cruz do Espírito em ângulo reto 2 - Portão 55
O Tema: Um Destino Pessoal de Abundância Através do Espírito
A Cruz do Ângulo Reto do Espírito 2 pertence à família das Cruzes da Encarnação do Ângulo Reto - a família orientada para o destino pessoal. Enquanto as cruzes de justaposição servem à transformação coletiva por meio do relacionamento e as cruzes do ângulo esquerdo orientam o eu em direção ao outro, a cruz do ângulo reto chama o indivíduo a trilhar um caminho solitário de auto-realização. O propósito não é salvar, guiar ou unir os outros, mas ser a personificação — viver plenamente o arquétipo em seu próprio corpo, sistema nervoso e tempo.
Nesta cruz, o Sol consciente fica no Portão 55, o Portão do Espírito. O espírito de mutação é, portanto, colocado no centro da personalidade. O indivíduo está aqui para carregar uma frequência específica de espírito – não o espírito retraído ou ascético, mas o espírito abundante, transbordante e generoso que quebra o ciclo de carência.
O ângulo e suas demandas
O Ângulo Reto carrega o quarto da mutação para o mundo como destino pessoal. A jornada desta cruz é de solidão, no sentido específico de que ninguém mais pode realizar a mutação que o indivíduo carrega. O corpo físico torna-se o veículo através do qual uma nova frequência emocional-espiritual é introduzida. Aqueles que têm esta cruz não estão aqui para serem compreendidos pela multidão; eles estão aqui para ser a própria frequência.
O Sol Consciente no Portão 55
Como o Portão 55 fica no Plexo Solar, a identidade consciente está enraizada na onda emocional. Este é o fardo e a dádiva únicos desta configuração: o corpo emocional é o canal do espírito. O humor não é um mau funcionamento; é o meio. As cristas da onda trazem o que há de novo, as depressões processam e liberam o que é velho. O medo que esta cruz deve enfrentar é a sombra do Portão 55 – o medo profundo, muitas vezes inconsciente, de não ter nada, de não ser suficiente, da própria falta. O propósito de vida é transmutar esse medo na demonstração vivida de que a abundância está sempre chegando, mesmo quando a onda está no ponto mais baixo.


