Abaixo do umbigo, logo abaixo do umbigo, há um centro de zumbido. No Design Humano, chamamos isso de Sacral. É o motor do corpo, a sede da vida
Sacral Center Yoga: Respiração para despertar sua força vital
O zumbido por trás de tudo
Abaixo do umbigo, logo abaixo do umbigo, há um centro de zumbido. No Design Humano, chamamos isso de Sacral. É o motor do corpo, a sede da força vital, o motor da resistência, do sexo, da fertilidade e do silencioso “uh huh” ou “unh uh” que guia cada Gerador e Gerador Manifestante na Terra. O Sacral não é um lugar de pensamento. É um lugar de conhecimento. Não planeja; ele responde.
Quando você aprende a respirar nesse centro, você começa a ouvi-lo. A respiração se torna um diapasão, despertando o motor que tantos de nós aprendemos a controlar com a cabeça.
O Sacral no Bodygraph
No Bodygraph, o Sacral fica na parte inferior do gráfico de nove centros. É colorido pela energia do motor que o alimenta, a aura Geradora e Geradora Manifestante. Quando definido, é consistente, confiável e cheio de força vital. Quando indefinido, amplifica a energia das pessoas ao seu redor, uma espécie de abertura que aprende amostrando o mundo.
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Calcular mapaPara cerca de 37% da população, o Sacral é definido, um quadrado sólido e colorido no gráfico, e a força vital é seu direito de nascença. Para os outros 63%, está aberto, e o trabalho não é “encontrar” o Sacral, mas discernir o que é seu e o que está vindo do outro pela janela aberta.
De qualquer forma, a prática é a mesma: respiração, som e movimento que trazem consciência para a parte inferior do abdômen para que o corpo possa falar mais alto que a mente.
Respiração para o Sacral
A respiração que desperta o Sacral não é uma respiração torácica. É uma respiração profunda, profunda e oceânica, do tipo que preenche os lobos inferiores dos pulmões, pressiona suavemente o assoalho pélvico e agita o intestino.
Experimente esta prática por 5 a 10 minutos:
1. Sente-se ou deite-se com uma mão na barriga e a outra na parte inferior das costas. Deixe a mão que está na barriga ser a primeira a subir.
2. Inspire pelo nariz e conte lentamente até 4, sentindo a parte inferior da barriga se expandir como um balão.
3. Expire pela boca contando lentamente até 6, puxando suavemente o umbigo em direção à coluna. Um suave “haaaah” ou um zumbido são bem-vindos; o som vibra na bacia pélvica e sinaliza ao sistema nervoso que você pode sentir com segurança.
4. Ao expirar, ouça. O Sacral fala com uma sensação silenciosa. Muitas vezes há um calor, um sutil sim ou não, uma pequena mudança para perto ou para longe. Você não está imaginando isso. Você está ouvindo o zumbido.
Esta respiração não tem a ver com controlar o corpo. Trata-se de dar ao corpo um espaço silencioso o suficiente para responder. Com o tempo, o “uh huh” e o “unh uh” tornam-se audíveis por dentro, e as decisões tomadas a partir do Sacral começam a parecer a coisa mais natural do mundo.
Poses de ioga para combinar com o centro
O Sacral vive na pélvis, parte inferior da coluna, sacro e quadris. As poses que combinam são baixas, fundamentadas e rítmicas. Não se trata de lutar para cima. Eles estão prestes a entrar.
Postura do Pombo (Eka Pada Rajakapotasana). Um abridor profundo do quadril que libera os músculos glúteos e os rotadores profundos. Para o Sacral definido, isso é descanso; para o Sacral indefinido, pode ser um lugar de fronteira. Fique o tempo que achar certo e deixe a respiração pressionar a parte externa do quadril.
Malasana, Garland Pose. Um agachamento profundo que comprime e levanta o assoalho pélvico. Isso bombeia o Sacral como um fole. Sente-se em um bloco se os calcanhares não alcançarem o chão e deixe os cotovelos pressionarem bem os joelhos. A respiração aqui é lenta, baixa e audível.
Torção Supina (Supta Matsyendrasana). Uma torção passiva nas costas. O sacro repousa no chão, a parte inferior das costas amolece e a barriga sobe e desce. Este é o sopro da integração. Deixe a reviravolta ser suficiente. Não force.
Gato-Vaca (Marjaryasana – Bitilasana). Um movimento fluido e ondulatório que desperta a coluna e sincroniza a respiração com a parte inferior das costas. Inspire enquanto a barriga desce, o coração se eleva, o sacro se abre. Expire enquanto a coluna se curva, o umbigo recua, o sacro se contrai.
Vinyasa, lento e contínuo. O Sacral definido adora trabalhar. Um vinyasa constante e rítmico em um ritmo sustentável é um banquete para isso. Deixe o fluxo combinar com a respiração, a respiração com o movimento, sem cabeça, sem história, apenas o zumbido.
Definido e Indefinido, Praticado de Forma Diferente
Se o seu Sacral está definido, sua prática é honrá-lo. Não pule refeições. Não substitua o "Terminei". Construa seu asana em torno da energia disponível no corpo todos os dias e deixe a respiração ser o seu relógio. O Sacral definido tem uma capacidade quase ilimitada quando usado corretamente, e queima de forma silenciosa e insidiosa quando ignorado. O primeiro sinal é uma planicidade, uma perda de cor, um “deveria” substituindo um “querer”.
Se o seu Sacral estiver indefinido, sua prática é condicionar o corpo, não a mente. Aprenda quais ambientes o esgotam e quais o nutrem. Aprenda a ouvir a diferença entre o seu “sim” e o “sim” da sala. A respiração aqui é a mesma, mas a audição é mais aguçada. Fique atento ao dia seguinte a uma longa reunião; seu Sacral lhe dirá exatamente o que você absorveu.
O motor de uma vida desperta
O Sacral é o motor de uma vida desperta, a parte de você que quer responder, construir, mover-se, fazer amor, preparar o jantar, consertar uma torneira, abrir um negócio que importe. Quando você respira, se move com ele e o ouve, você deixa de viver do pescoço para cima.
A respiração é a chave. A respiração é a porta. O Sacral já está zumbindo. Você só precisa lembrar como ouvir.


