O Tarot e o Design Humano falam de altares diferentes. O Tarot é um espelho simbólico e arquetípico – setenta e oito cartas que refratam a condição humana através da imagem, n
Duas Linguagens de Luz
O Tarot e o Design Humano falam de altares diferentes. O Tarô é um espelho simbólico e arquetípico – setenta e oito cartas que refratam a condição humana por meio de imagens, números e mitos. O Design Humano é uma síntese aplicada do I Ching, da Cabala, do sistema de chakras Hindu-Brahmin e da astrologia, produzindo um gráfico corporal específico para uma pessoa específica em um momento específico. Conta-se a história da alma em termos universais; a outra mapeia os circuitos através dos quais essa alma deve fluir. Eles não são a mesma língua e não são traduções um do outro. Mas colocados em diálogo, iluminam o mesmo mistério sob dois ângulos.
O Arquétipo da Radiância
O Sol, carta XIX dos Arcanos Maiores, é o baralho mais luminoso. Onde outras cartas contêm tensão, polaridade ou sabedoria velada, O Sol é iluminação sem sombra – consciência reconhecendo-se, vitalidade desimpedida, a criança no cavalo branco cavalgando em alegria simples sob um sol de pétalas geométricas. No Tarô clássico, o Sol representa o sucesso que é sentido e não alcançado, a verdade que não precisa de defesa e o calor de um eu que não tem nada a esconder. Seu número, dezenove, reduz-se a dez, a Roda da Fortuna, sugerindo que a radiância não é estática: ela gira, retorna, abençoa o ciclo. Desenhar o Sol muitas vezes é lembrar que você é a luz, e não apenas aquele que a procura.
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Calcular mapaO Sol no Bodygraph
Numa leitura do Design Humano, o arquétipo do Sol se traduz em uma configuração específica de centros, portões e canais que determina como o seu brilho realmente aparece no mundo. O Centro G, também chamado de centro do Eu, é o análogo mais próximo da promessa de identidade do Sol – ele abriga a mônada magnética, o tema pelo qual você está aqui para viver e a consciência direcional que sabe para onde você está indo. Quando o Centro G é definido, você tem um senso de identidade estável, uma direção fixa na vida e um amor inerente pelo corpo que o carrega. Esta é a vitalidade do Sol sentida e não executada. A identidade se move através de você com a mesma certeza inconsciente que a criança no cavalo branco.
A distorção aparece quando o G Center está aberto. Sem um tema definido, a identidade torna-se um camaleão, amostrando o que está no ambiente e confundindo-o com si mesmo. O tema do não-eu aqui é uma sensação de perda, de busca de direção, de tentativa de ser quem os outros esperam para se sentir real. Estratégia e Autoridade são a correção. A Estratégia lhe diz como se movimentar corretamente pelo mundo – aguardando o convite, respondendo em vez de iniciar – enquanto a Autoridade, movendo-se através dos centros, lhe dá uma bússola interna confiável. Seguindo isso, você permite que o brilho do Sol opere através de sua fiação específica, em vez de perseguir uma luz emprestada. O arquétipo se concretiza quando você para de demonstrar clareza e permite que seu mecanismo o revele, uma decisão correta de cada vez.

