A sombra do Portão 31 consciente é uma extensão excessiva. Quando a autoridade interna não é consultada, a pessoa pode encontrar-se perpetuamente carregando a decisão.
Cruz de ângulo esquerdo de Alpha, The (Portão 31)
O tema cruzado
A Cruz de Alfa no Ângulo Esquerdo carrega o mandato evolutivo da liderança democrática – a emergência natural daquele que fala pelo colectivo em vez de impor uma vontade singular. Esta cruz diz respeito à forma como a influência se move através dos grupos: não apenas através do domínio ou do carisma, mas através de uma autoridade silenciosa e gravitacional que reúne impulsos dispersos em ações coerentes. O “Alfa” aqui não é o primeiro nem o mais elevado, mas a voz que organiza o amontoado. A cruz pertence à família Alfa de cruzes de encarnação, partilhando a sua preocupação com temas humanos fundamentais; neste caso, o ato fundamental de assumir a liderança no discurso e na direção para que outros possam agir.
O ângulo esquerdo
Como uma Cruz de Ângulo Esquerdo, esta configuração pertence ao quadrante do carma transpessoal. Seu propósito não é a resolução do carma pessoal, mas o apoio às jornadas dos outros. Indivíduos do Ângulo Esquerdo carregam uma aura um tanto distante e desapegada; eles servem como ponto de referência para pessoas de quem talvez não se sintam especialmente próximos. O carma transpessoal sustentado por esta cruz é a tendência humana de oscilar entre a tirania e a passividade na liderança. O dom evolutivo é a demonstração de que a influência pode ser benevolente, despertadora e inclusiva – liderança oferecida como serviço à imaginação e ao potencial não realizado do grupo.
O Sol Consciente no Portão 31
O Portão 31 é chamado de “Liderança” ou “O Influenciador” e fica no Centro da Garganta, a sede da manifestação e da voz. A sua essência é a liderança através da fala: a capacidade humana natural de assumir a liderança na articulação da direção. Com o Sol consciente colocado no Portão 31, essa influência torna-se uma qualidade reconhecida e nomeada da personalidade. O indivíduo não precisa fazer campanha pelo papel de líder; outros o conferem. Durante conversas privadas e tranquilas, as pessoas se voltam para ouvir. Espera-se que resolvam problemas, despertem a imaginação e esbocem um possível plano de ação. O posicionamento consciente torna a função de liderança visível para o eu, o que pode ser tanto uma dádiva quanto uma armadilha.
A sombra do Portão 31 consciente é uma extensão excessiva. Quando a autoridade interior não é consultada, a pessoa pode ver-se carregando perpetuamente o peso da tomada de decisões dos outros, sendo tratada como um recurso permanente e não como um ser humano. A nota de advertência é simples: a influência não é uma obrigação universal.


